sem teto no digitofagia

Posted on janeiro 25, 2008. Filed under: Uncategorized |


Nos dias 18 a 24 de outubro de 2004 – SP no MIS – Museu da Imagem e do Som, teve um encontro chamado DIGITOFAGIA, que foi organizado de modo aberto por integrantes de uma lista de discussão da web, com pessoas de vários lugares do Brasil, assim como de outros paises.

O objetivo foi repensar a prática antropofágica na era dos computadores e das novas mídias através de uma antropofagia das práticas de mídia tática atuais. Digitofagia se apropria da tecnologia para criar ações + projetos em colaboração – contemplando a vanguarda, a ilegalidade e as gambiarras brasileiras – através de um festival de 11 dias: os 4 primeiros dias em três locais do rio de janeiro e o restante em são paulo, no Museu da Imagem e do Som. Pode se ter acesso ao programa no site: http://www.midiatatica.org/digitofagia/

MOVIMENTOS ANTROPOFÁGICOS

A cidade esganiçada, de tanta gente e carro e tudo,

Tem uns lugar de luxo dentro dela, que mais parece latifúndio.

Como aqueles museus lá da Av. Europa, o tal do MUBE e do MIS,

Cada um mais maior que o outro, e vazio de gente e de alma, que nem

as terra improdutiva e os p´redio ociosos.

Vai v~e que é por solidão que eles do Museu Imagem e Som concederam o espaço, pra uns poessoal cheios dos computador e das conexão, pra eles

falarem dessas coisas tudo: cyber-feminismo, vídeo ativismo, mídia tática, rizoma, arte-política, vídeo-arte, ação pública, intervenção urbana, mídia independente, e todas essas palavras estrangeiras que vieram depois que foi diminuindo as esteiras do tal do proletariado fordista: network, netwar, general intellect, creative commons, free software; pelo que entendi parece que as greve daqui a pouco mais vão ser tudo em vídeo art symbolic, e mandado pelo palneta a fora pelos hakers, que nem jogo de videogame. Aí sim vai ser um deus no acuda, porque as gentes desavisada já não vão saber se as coisa são real ou virtual, vai ser tudo a mesma coisa.

Bom, mas continuando a prosa, os catadores de histórias tavam lá também, no museu

gigante, resolvemo contribui nessa discussão toda, levando uns amigo que são muito bons nisso de intervenção territorial, urbana, agrária e nas idéia; um grupo dos SEM (teto-terra-salário_ o guilhermo (mtst e mtd) Mariah Leikc (mstc e comunas urbanas) e Roseli (mst e comunas da terra).

Eles falaram um pouco das peculiaridade dos seus respectivo movimentos, e das sem-vergonhices da grande imprensa que só se interessa em vender matéria e se aconchavar com os comandantes da empresa, ao invés de fazer o que deveriam fazer, que é produzir pensamento.

Então a gente, todo mundo que tava lá, ficou pensando nas possibilidade de atuar mais junto nessas intervenções de massa, como no caso da ocupação-intervenção no aeroporto de Guarulhos com mais de 10.000 pessoas na pista, ou na intervenção-ocupação da praça em frente a prefeitura de são bernardo depois do mtst ser expulso do terreno da wolkswagen; aquilo foi uma ação e tanto, aquele mundaréu de gente sem casa, na praça, tudo se ajudando… uns tocando viola, parecia uma festa. Como diz mila, uma amiga: alegria é coisa de pobre , porque alegria é uma coisa à toa.

Fazer uma roda de conversa com o movimento dos sem e da mídia ativismo dentro dum museu bacanas daqueles, foi somente um pequeno passo para a concretização de uma parceria maior, que esperamo que aconteça e seja profícua, chjeia de ações e ocupações: dos terrenos, das rádios, das televiisão, dos museu.

fb. outubro de 2004

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