versinhos

Posted on janeiro 25, 2008. Filed under: Uncategorized |

Os olhos, os ouvidos, a boca, todos os modos de apreender o mundo estavam entorpecidos pela obsessão irrestrita e refletida no prato de salmão.

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A vingança vingava no vazio da varanda, nas veias volumosas da vulva vulcânica das voluntárias.

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Eram muitas listas no meu tempo. Dispersava-se muito talento. Quase não tinha vento, mas tinha bastante veto ao intento.

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Andei pelo rio negro como quem anda eternamente e minha memória não carregou os momentos consigo, restringindo-se à fotinhos digital.

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Tava tentando tatear tudo mas o tudo tremulava e traía a tentativa.

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Sendo sábio ou não sábio se sabe assoprar a saída.

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